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Príncipe Andrew enfrenta nova investigação policial por conduta imprópria em Ascot
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Príncipe Andrew enfrenta nova investigação policial por conduta imprópria em Ascot

01/06/2026 · 15:21 3 min de leitura

O príncipe Andrew tornou-se novamente alvo de uma investigação criminal, desta vez centrada em alegações de conduta imprópria ocorridas durante o tradicional festival Royal Ascot. As autoridades da Thames Valley Police estão revisando eventos datados de 2002, como parte de um levantamento mais amplo que abrange suspeitas de má conduta sexual, corrupção e fraudes envolvendo o membro da família real.

O incidente teria ocorrido no prestigiado evento hípico, que contava com a presença de figuras centrais da monarquia britânica, incluindo a falecida rainha Elizabeth II e o atual rei Charles III. Segundo relatos, a mulher envolvida na denúncia trabalhava como garçonete no local. O caso ganha contornos mais graves à medida que investigadores buscam novas testemunhas, reforçando a pressão sobre o ex-príncipe, que já não exerce funções oficiais pela coroa.

Escalada de denúncias e histórico de comportamento

Especialistas em assuntos da realeza apontam que o comportamento de Andrew era motivo de críticas frequentes nos bastidores, com relatos de grosseria e desrespeito a protocolos de segurança ao tratar funcionários. Existe a expectativa de que outros episódios venham à tona nos próximos meses, à medida que pessoas que antes se sentiam contidas pelas normas de etiqueta decidem compartilhar suas experiências.

Essa nova frente de apuração soma-se a um cenário jurídico já conturbado para Andrew. No mês passado, ele esteve no centro de outra investigação relacionada aos crimes de Jeffrey Epstein. Naquela ocasião, as autoridades britânicas examinaram denúncias de que uma mulher teria sido enviada a uma residência em Windsor, no ano de 2010, para manter relações sexuais com o príncipe.

Desdobramentos legais e a posição da Coroa

Em 19 de fevereiro de 2026, data de seu aniversário, o príncipe foi detido sob a suspeita de má conduta no exercício de cargo público. A operação incluiu buscas em endereços estratégicos em Berkshire e Norfolk. O caso tem contado com cooperação internacional, envolvendo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e o Crown Prosecution Service, que analisam dados sensíveis para fundamentar o processo.

Diante da gravidade da situação, o Palácio de Buckingham mantém a postura de não responder por Andrew, reiterando que ele não atua mais em nome da instituição. Em manifestação oficial sobre a prisão, o rei Charles III defendeu que a lei deve seguir seu curso normal e que o processo judicial deve ser conduzido pelas autoridades competentes, garantindo total cooperação da família real com as investigações em curso.

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