Sequências cinematográficas carregam um estigma difícil de apagar: raramente conseguem emular o brilho do antecessor. Quando o novo capítulo de Da Magia à Sedução surgiu no agregador Rotten Tomatoes com uma aprovação modesta de 34%, a recepção fria da crítica especializada seguiu o roteiro esperado. O filme, sob a direção de Susanne Bier, marca o reencontro de Sandra Bullock e Nicole Kidman com as irmãs bruxas Sally e Gillian Owens, 28 anos depois da estreia do primeiro longa.
Para parte dos analistas, o retorno da franquia era desnecessário. Mas o enredo ignora o ceticismo dos especialistas e foca no legado familiar:
As irmãs embarcam em uma nova missão para romper a maldição secular que condena à morte qualquer homem amado por elas.
A urgência da trama começa quando as filhas de Sally, Kylie (interpretada por Joey King) e Antonia (vivida por Maisie Williams), descobrem que a linhagem bruxa é real — e que a lenda sobre o azar fatal não passa de um aviso sombrio. O gatilho acontece quando o namorado de Kylie, personagem de Xolo Maridueña, termina em coma após ser atropelado. O incidente força uma jornada até Londres, onde o trio busca o auxílio de um historiador especializado em artes mágicas, interpretado por Lee Pace, para finalmente encerrar esse ciclo de tragédias.
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