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Sam Asghari equilibra a nova carreira em Hollywood com a sombra do passado com Britney Spears
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Sam Asghari equilibra a nova carreira em Hollywood com a sombra do passado com Britney Spears

26/07/2026 · 12:00 2 min de leitura

Para Sam Asghari, o momento atual é de uma virada profissional significativa. Aos 32 anos, ele assume o papel do “cara mais durão” em The Gentleman Thief, produção em que atua ao lado de John Travolta. O filme, previsto para estrear em 31 de julho, marca uma espécie de encontro com o destino para quem, ainda menino, no Irã, assistia aos filmes de Travolta para aprender inglês.

Apesar da nova fase e do relacionamento sólido com a corretora de imóveis Brooke Irvine, com quem vive em Los Angeles há quase dois anos, Asghari é pragmático sobre sua identidade pública. Ele admite que, para boa parte do público, o rótulo de “ex de Britney Spears” — com quem foi casado até o divórcio finalizado em dezembro de 2024 — dificilmente deixará de existir. Questionado se algum dia as perguntas sobre a cantora cessariam, ele foi direto: “Isso nunca vai acontecer”.

Enquanto a vida de Asghari parece ter encontrado uma estabilidade, a trajetória recente da artista, que enfrentou problemas legais e episódios públicos controversos, permanece em foco. O ator, contudo, evita comentar as notícias de entretenimento. Ele prefere direcionar suas energias para os próprios projetos e para a situação política de seu país de origem, o Irã, tema que tem ocupado seus pensamentos nos últimos meses.

A transição de Asghari para o cinema é apenas mais um capítulo de uma história de esforço contínuo. Desde que chegou aos Estados Unidos, aos 12 anos, ele relembra que nunca parou de trabalhar, passando desde a limpeza de oficinas mecânicas até se tornar o que define como a “músculo” da operação no novo longa-metragem. Para ele, a ascensão em Hollywood não altera sua essência.

Além da parceria com Travolta, o ator prepara o lançamento de The Good American, um curta-metragem sobre a experiência de um refugiado iraniano em Los Angeles. Ao olhar para trás, ele vê sua própria trajetória como uma metáfora: “A rosa crescendo através do concreto”. Para Asghari, o passado é uma etapa concluída que ele não pretende questionar, preferindo manter o foco na carreira e na família que deseja construir adiante.

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