Durante uma passagem por uma unidade da Mack Trucks na Pensilvânia, realizada nesta terça-feira, Donald Trump voltou a questionar a integridade dos processos eleitorais americanos. O foco de sua narrativa girou em torno de episódios recentes ocorridos na Califórnia, especificamente sobre o desempenho de nomes do Partido Republicano nas urnas locais.
Trump mencionou o caso de Spencer Pratt, que ficou fora do segundo turno na corrida pela prefeitura de Los Angeles. Para o ex-presidente, a derrota de Pratt após o processamento dos votos pós-eleição foi um sinal claro de fraude. O tom, no entanto, mudou ao comentar a situação de Steve Hilton, candidato republicano ao governo do estado, que conseguiu avançar para a etapa decisiva do pleito.
Ao abordar a trajetória de Hilton, Trump revelou ter tomado uma atitude concreta: teria entrado em contato direto com o procurador federal da Califórnia. Segundo o relato, o telefonema teria ocorrido justamente após a decepção com o resultado de Pratt, sob a justificativa de evitar que o mesmo padrão de contagem se repetisse na disputa governamental.
“Ele estava claramente perdendo”, declarou Trump ao público, referindo-se a Hilton antes da intervenção. O ex-presidente afirmou que, apenas uma hora depois de ter pressionado a autoridade federal para que garantisse a lisura do processo, o cenário das apurações teria sofrido uma reviravolta completa em favor de seu aliado. A conclusão de Trump é assertiva: sem o peso de sua ligação, Hilton estaria hoje fora da competição eleitoral e acompanhando o desenrolar da política apenas como um espectador.
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