A rapper Nicki Minaj oficializou seu distanciamento do Partido Democrata e declarou apoio aberto ao movimento MAGA, do presidente Donald Trump. A artista, de 43 anos, aponta o governador da Califórnia, Gavin Newsom, e o empresário Jay-Z como os principais responsáveis por sua mudança de postura política, alegando ter sido ignorada por figuras influentes da esquerda enquanto recebia auxílio de republicanos.
O ponto de virada na segurança pessoal
A crise começou quando a residência da cantora na Califórnia tornou-se alvo recorrente de falsas denúncias policiais, prática conhecida como swatting. Minaj afirma que buscou auxílio no gabinete de Newsom, mas não obteve qualquer retorno, apesar dos altos valores que contribui em impostos. A situação mudou drasticamente em 2025, quando a deputada republicana Anna Paulina Luna, da Flórida, interveio no caso.
A parlamentar conectou a rapper a autoridades federais e a uma empresa de segurança privada, uma atitude que Minaj descreveu como surpreendente, dado o histórico de desamparo que enfrentava. Esse suporte prático foi o gatilho para que a musicista decidisse encerrar o segredo em torno de suas preferências políticas, que antes eram mantidas em privado por medo de represálias na indústria fonográfica.
Conflitos com a elite da música
Minaj reascendeu uma antiga rivalidade com Jay-Z, acusando o rapper e sua empresa, a Roc Nation, de exercerem influência nos bastidores para tentar prejudicar sua carreira. Ela associa o distanciamento do Partido Democrata à forte ligação de Jay-Z com o ex-presidente Barack Obama. Segundo a artista, essa estrutura de poder incomoda outros rappers, que muitas vezes evitam criticar o magnata por receio de consequências profissionais.
A cantora também criticou a postura de Obama durante a campanha de 2024. Ao comentar um discurso voltado ao eleitorado negro, ela avaliou que muitos homens sentiram-se subestimados pela retórica utilizada. Na visão de Minaj, a abordagem soou condescendente e falhou em ouvir as reais demandas dessa parcela da população.
O alinhamento com Trump
Desde que tornou público seu posicionamento, Minaj passou a ser celebrada por Trump. Em fevereiro, durante a estreia do filme Melania, o presidente elogiou a artista, classificando-a como uma pessoa fantástica e uma vencedora. A cantora retribuiu o gesto ao declarar-se sua fã número um durante o evento da cúpula de contas do Tesouro dos Estados Unidos.
O alinhamento oficial começou em novembro de 2025, após Trump se manifestar sobre a perseguição contra cristãos na Nigéria. Minaj utilizou as redes sociais para agradecer o empenho do presidente em tratar o tema com a seriedade que, segundo ela, faltou a outros líderes. Para a rapper, o atual momento é de liberdade, sem se preocupar com as críticas que seu engajamento político possa gerar.
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