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Gayle King confessa que recorre a Andy Cohen para obter fofocas de Real Housewives
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Gayle King confessa que recorre a Andy Cohen para obter fofocas de Real Housewives

31/10/2026 · 17:00 3 min de leitura

Gayle King não esconde de ninguém que tem uma fonte privilegiada para sanar suas curiosidades sobre a franquia Real Housewives. Sempre que surge um detalhe intrigante nos episódios, ela não pensa duas vezes antes de acionar Andy Cohen, o cérebro por trás da produção.

“Não é nada incomum eu enviar uma mensagem para ele perguntando o que ele acha de determinado assunto”, confidenciou a apresentadora do CBS Mornings com exclusividade ao Page Six. O encontro aconteceu durante o gala PAC NYC Icon of Culture, realizado no início desta semana em Nova York. Segundo King, a proximidade entre os dois permite essa troca informal constante.

Mistério sobre as favoritas

“Andy e eu somos muito próximos”, afirmou a jornalista de 71 anos.

Apesar da intimidade com o produtor, King foi evasiva ao ser questionada sobre qual seria a sua integrante favorita do elenco — ou mesmo qual franquia ela prefere acompanhar. “É difícil escolher só uma”, desconversou. Ela admitiu que não assiste a todas as temporadas, mas garantiu que Cohen sabe bem que ela é uma espectadora dedicada.

Do outro lado da linha, Cohen já declarou anteriormente que mantém um carinho especial pelas versões de Nova York e Atlanta, mantendo-as sempre próximas ao seu coração.

A rotina incansável

Quando não está acompanhando as brigas televisionadas das Housewives, a vida de Gayle King segue em ritmo frenético. A veterana da comunicação confessa ter dificuldade em “desligar” o cérebro:

  • O trabalho nunca para de verdade;
  • As tarefas profissionais invadem suas noites;
  • O ciclo recomeça antes mesmo do que ela gostaria.

Mesmo com uma agenda que consome grande parte do seu tempo, King garante que não há espaço para reclamações. Ela encontrou uma forma de equilibrar a rotina e afirma que, quando se tem paixão pelo que se faz, o esforço se torna natural. Sobre a questão financeira, ela é pragmática: embora um bom salário seja um estímulo bem-vindo, não é isso que move seu motor principal.

“É claro que o pagamento ajuda, não vou fingir que não é bom receber, mas essa é a menor das minhas preocupações agora. Meu foco é fazer um bom trabalho e gostar do que realizo”, explicou.

O evento onde a jornalista marcou presença reuniu nomes como Diane von Furstenberg, Nick Jonas, Robin Roberts e Michael Bloomberg. A noite prestou uma homenagem ao ex-CEO da Disney, Bob Iger, reconhecido por sua influência cultural e pelo apoio vital oferecido ao sul de Manhattan após os atentados de 11 de setembro.

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