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Amanda Seyfried reafirma críticas a Charlie Kirk e mantém uso de escolta pessoal
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Amanda Seyfried reafirma críticas a Charlie Kirk e mantém uso de escolta pessoal

19/06/2026 · 10:37 2 min de leitura

Meses após o assassinato de Charlie Kirk, ocorrido em setembro de 2025, a atriz Amanda Seyfried ainda lida com as consequências de ter classificado o comentarista como alguém “odioso”. O episódio gerou uma onda de ataques online que forçou a artista a alterar sua rotina, incluindo a contratação de um guarda-costas para circular em aeroportos. Ela descreveu a situação como algo surreal, reforçando que o peso da hostilidade virtual a deixou em alerta constante.

Em entrevistas recentes à GQ britânica e à Who What Wear, Seyfried recusou qualquer retratação sobre suas declarações. Segundo a atriz, seu comentário original se baseou em fatos, citações e registros reais da trajetória de Kirk. “Não vou pedir desculpas por isso”, afirmou, sublinhando que sente a necessidade de proteger o seu direito à opinião em um ambiente público cada vez mais polarizado. Ela admite, porém, que precisa manter o foco para não se deixar abalar pelo cenário político atual.

O episódio ganhou tração em setembro, logo após a morte de Kirk. Na ocasião, a atriz tentou esclarecer sua posição por meio das redes sociais, argumentando que condenava o assassinato — descrito por ela como deplorável — enquanto mantinha suas ressalvas sobre o discurso que o comentarista promovia em vida. A tentativa de nuances, no entanto, não aplacou as críticas.

Andrew Kolvet, porta-voz da Turning Point USA, reagiu à postura da atriz, sugerindo que ela seria prisioneira de uma “câmara de eco” própria. Para Kolvet, ao optar por criticar o falecido em vez de oferecer condolências imediatas, Seyfried teria se colocado em uma posição controversa, aceitando o risco das reações negativas que enfrentou.

Para a atriz, a experiência serviu como um lembrete incômodo sobre a volatilidade das redes sociais e a facilidade com que discursos são descontextualizados. Enquanto tenta retomar sua normalidade, Seyfried confessa que o clima de ódio a faz questionar como o mundo continua girando, enfatizando o desejo de que seus filhos possam expressar ideias sem que isso represente um risco à integridade física da família.

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