Judas Priest: Scott Travis aponta atrito entre KK Downing e Glenn Tipton como fator para álbum controverso
02/09/2025 14:19 2 min de leitura 26 views
Em 2008, o Judas Priest lançou o ousado e polêmico disco conceitual “Nostradamus”, que gerou críticas, frustração e divisão entre admiradores da banda. O baterista Scott Travis, em conversa recente com o The Classic Metal Show, explicou como ele e seus colegas veem hoje esse projeto lançado há dezessete anos e quais foram as percepções durante sua criação e registro em estúdio.
“Dependeria de quem você perguntar dentro do grupo. [Risos] Para mim, pessoalmente, não considero que tenha sido nosso material mais sólido. A ideia era ir além — não apenas lançar um álbum tradicional, fazer shows e pronto. O conceito era transformá-lo em algo mais amplo, talvez uma apresentação teatral ou uma produção de maior escala. Lembro que desde o início a proposta girava em torno da vida de Nostradamus.”
O álbum chegou às lojas três anos antes da saída do guitarrista KK Downing e uma década antes da aposentadoria de Glenn Tipton. Scott Travis destacou que, à época, a relação entre os dois músicos já estava desgastada e isso refletiu no resultado:
“Analisando hoje, foi próximo ao colapso da parceria KK–Glenn. Eles ainda integravam o conjunto, mas havia muita ruptura ali. Eu testemunhei isso de perto. Percebia que não iria durar muito. Não sabia que KK de fato deixaria o grupo, mas era visível que não havia harmonia, e cada integrante estava se afastando, morando em lugares diferentes.”
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