Após passar por países como México, Chile, Argentina e Uruguai, o grupo desembarca no país para três apresentações:
- 20/03 – São Paulo (Tokio Marine Hall)
- 21/03 – Curitiba (Tork N Roll)
- 22/03 – Rio de Janeiro (Sacadura 154)
Retrospectiva e futuro
Em entrevista, o vocalista Russell Allen destacou que a turnê tem um caráter especial: revisitar toda a trajetória da banda enquanto prepara terreno para o próximo álbum de estúdio.
Segundo ele, o novo disco em desenvolvimento pode até superar os trabalhos mais recentes, elevando as expectativas dos fãs. A proposta do repertório também reflete esse momento: equilibrar clássicos indispensáveis com faixas raras que há muito não são tocadas ao vivo.
Ligação com o público brasileiro
Allen voltou a reforçar a forte conexão da banda com o público sul-americano, especialmente o brasileiro, conhecido pela participação intensa nos concertos.
“É um dos poucos lugares onde o público canta tudo”, comentou, sublinhando a energia única dos shows na região.
Desafios técnicos e identidade musical
A construção do setlist, no entanto, não é simples. Questões técnicas — como mudanças de guitarra e programações de palco — limitam alterações espontâneas, exigindo planeamento rigoroso.
Ainda assim, a banda mantém a sua assinatura: a fusão entre metal e progressivo, combinando complexidade instrumental com uma abordagem lírica cada vez mais direta e acessível.
Com esta passagem pelo Brasil, o Symphony X reforça a relação histórica com os fãs locais e antecipa uma nova fase criativa, marcada pelo lançamento de material inédito em breve.
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