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Cantor celebra a Bahia em “Cheiros e Temperos”

29/05/2021 15:18

Com elementos do afrobeat e do rock progressivo, Paulo FernandeZ (PFZ) lança o vídeoclipe da música Cheiros e Temperos, canção que faz parte do seu segundo EP autoral “Além Trópico” lançado em meados de 2020.

Com frescor contemporâneo, que expõe o leque rítmico do artista, a canção é uma homenagem de um carioca arrebatado pela cultura baiana – A ideia da música surgiu 1982, quando estive em Salvador pela primeira vez participando de um Congresso de Geologia – Conta PFZ – Me encantei pela força da natureza, expressa nas paisagens, pela beleza, e pela história e a intensidade da cultura baiana, que exalava da arquitetura, da culinária, das pessoas. Anos depois, e já sabendo tocar violão, retomei a composição. O refinamento da melodia, da letra e dos módulos rítmicos só ocorreram recentemente, quando concluí a música e escrevi sua partitura.

Com imagens do Pelourinho, Farol da Barra, Baía de Todos os Santos, Elevador Lacerda entre outros locais, a produção teve início no final de 2019 e expõe o clima de normalidade da capital baiana, que logo após, vivenciaria a experiência inusitada e desafiadora da covid-19. As imagens foram captadas ao longo de 4 dias em Salvador, os trabalhos de edição, colorização e montagem estenderam-se até o mês de fevereiro 2020. Por conta da pandemia, interrompemos os trabalhos e recentemente montamos o vídeo em duas versões, uma completa com cerca de 6 minutos e outra para divulgação com 3min e 41seg – Explica PFZ.

O videoclipe se propõe a levar o público para um passeio sonoro pelas principais atrações da cidade de Salvador, utilizando palavras e rimas que são peculiares, e facilmente reconhecidas aos ouvidos de qualquer brasileiro.

“Afoxê, maculelê, capoeira na ladeira do Pelourinho/ Agogô, Candomblé, Quimbanda, Umbanda, samba de Ogan em Egungun/Em Itaparica, Senhor do Bonfim, Filhos de Gandhi, grande magia/Afro-mistura, pura poesia”

A letra, ritmo e melodia tecem elogios à Bahia, suas belezas e delicadezas, e é isto que é apresentado no audiovisual, simulando a duração de um dia, do alvorecer até o pôr-do-sol – Finaliza o artista.